Lua em Peixes

setembro 18, 2013

[Prelúdio:

já não sei se apaixonar-se é uma questão de conexão. Às vezes basta um beijo no peito do pé] 

 

Segurar a lua nas mãos. E espalha-la por entre as pernas. Desejar que todos os segundos sejam aquele. Quando o amor é imundo [como se algum dia ele pudesse não tê-lo sido]. E assombrosamente delicado. Em cada reentrância se esconde um segredo terrível. E a cada desvelar mora a possibilidade de contaminação. E de que o desejo se resolva realmente na vontade de ser conspurcado. Poluído. Tornar-se, imediatamente, outra coisa [you got the love]. Querer ser feito da mesma substância que corrompe. E transbordar gentilezas sutilezas. Em cada ponta de pé, epileticamente manifesta. Não existe nada são sobre amar. 

 

 

 

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