Meditação Urbana #3

novembro 2, 2012

Não há poesia aqui. Apenas pessoas desesperadas para serem poéticas. Porque entre tantas horas de trabalho não dá tempo de uma poesia, mal dá tempo de um suspiro, de almoçar. Esmagados pelas horas úteis, desopiladas em horas que têm por obrigação nos prover de uma só vez de tudo aquilo que nos furtamos cotidianamente. Escorre feito chorume a poesia, nas frestas prensadas dos nossos sentimentos. Recicláveis.

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